Emicida – TBA

Não sei o que esperar, porém Leandro não dropa nada, e a atual situação do país colabora para um grande trabalho de protesto, apesar de esperar um Emicida mais “soft” na linha que o colocou como o rosto do rap na mídia mais tradicional, eu não vejo um novo Boa Esperança vindo do apresentador do GNT.
-Shaq

 

Néctar Gang – TBA

Então… Já tivemos álbum do BK (dois, inclusive), do Bril, EP do CHS e até o Jxnvs se arriscou rimando em alguns singles. Agora, cadê o sucessor de Seguimos na Sombra?! Por favor, não façam como a Black Hippy e façam acontecer.
-Vinar

 

niLL – TBA

O MC das bolacha já mandou avisar que o álbum tá vindo, tem nome e data de lançamento marcada, embora nem um nem outro foram divulgados. Eu estou hypado nesse projeto, “Regina” foi álbum do ano para mim, único no rap nacional. O sucessor desta obra prima terá um grande desafio pela frente. 
-ASCENCIO

 

Qua$imorto – TBA

 

O grupo composto pelos maiores expoentes do rap nortista causa burburinho no underground há anos. Após uma despontada de V.Xamã ao longo dos últimos anos, o coletivo anunciou seu trabalho completo. A mixtape pode ser o estopim da carreira de Fernando Vários e Luiz Caqui, que transbordam qualidade.
-Dourado

 

Xamã – TBA

Ao norte do país se encontra o Amazonas, no Amazonas se encontra a melhor voz do rap nacional, juntamente de uma das melhores canetas e esse homem se encontra ao norte do topo. Com o clássico do underground brasileiro “Janela”, a subestimada obra de arte “VE, CG”, o Xamã bom ruma ao terceiro trabalho solo completo.
-Dourado

 

Rômulo Boca – TBA

Em 2018 o grupo A.L.M.A lançou seu disco “Ouro, Incenso, Mirra” e foi bem recebido. Unanimidade dentre os elogios foi a quantidade de participações do projeto. Com planos de lançar mais de um trabalho completo, Boca vem acompanhado dos melhores da cena pra mostrar sua versatilidade e a caneta que todos que já o ouviram reconhecem.
-Dourado

 

Lucas Felix – Elefante

Com quase um ano de hype, um dos caras mais excêntricos de São Paulo finalmente vai te mostrar o elefante do meio da sala. Também membro do A.L.M.A, o homem de flow tetsuo lança trampos solos e experimentais desde que obteve destaque nas batalhas.  
-Dourado

 

Amiri – TBA

Amiri se faz necessário no rap nacional, ele supre uma carência de estilo para muitos ouvintes (eu incluso). Os ótimos sons lançados recentemente na parceira com Deryck Cabrera deram um tom para o que está vindo. Mais do que isso, essa volta, depois de suas declarações sobre sua saúde mental, é louvável.
-ASCENCIO

 

Rodrigo Zin – Grana Azul

Zin é talentoso, teve um 2018 muito frutífero e, logo no começo do ano, ao lançar uma prévia de 1 minuto do seu novo álbum, mostrou que está trabalhando e se dedicando como nunca. O MC curitibano, com certeza, é alguém para se ficar atento neste ano.
-ASCENCIO

 

Sergio Estranho – Tudo Isso É Um Sonho

O nome do homem diz muito sobre ele. Serginho é um bicho muito doido que quem conhece não esquece. O beatmaker com os versos que teu MC preferido queria ter feito volta a aparecer solo, após a clássica Luan Santana Mixtape, além de seus feats. Durante 2017 e 2018 apareceu principalmente em seus trabalhos com o Rancho Mont Gomer.
-Dourado

 

Eloy Polemico – Ócio por Ócio

Eu, que só ouvi Dovahkiin no ano seguinte ao do lançamento (prometo nunca mais dormir em você, Polêmico), estou super curioso e ansioso pra ver como o Eloy vai suceder esse trampo, que foi uma das melhores coisas que ouvi no BR nos últimos tempos.
-Vinar

 

Wendeus – TBA

Wendeus, que já foi conhecido como Wendel WNL, e escondia da mãe que fazia rap, é integrante do A.L.M.A e produtor. Em 2013, surgiu com a mixtape “Só um mlk com crise existencial”, onde produziu tudo no seu PC e gravou seus próprios vocais com sua voz de quem ainda era um moleque. O trampo existencial foi o predecessor espiritual da onda de rappers tristes, como Konai.
-Dourado