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Fala, seus jogadores de LOL! Vinar aqui pra mais uma Review, e de novo, The Game… o cara não para. Como prometido, ele lançou a segunda metade do seu álbum batizada de The Documentary 2.5, meio confuso. Mas enfim, ele tá aí, com mais 19 fodendas faixas e vou abordar sobre depois do teu clique aí.
Bem assim como o primeiro CD, a gente nota algumas fases nessa metade também. E elas tão até mais definidas que no primeiro CD: A gente nota claramente que metade do álbum vem com um clima mais reflexivo, mais consciente e até mais íntimo, enquanto que a outra é mais descontraída, até mesmo pela produção implementada, que é bem up lifting.
Sobre essa primeira metade, vemos Game tratar de gangbang de um modo diferente, um modo mais maduro. Logo nas duas primeiras faixas, Anderson.Paak rouba a cena e manda versos cantados e refrões INCRÍVEIS, inclusive o de “Crenshaw” que é viciante demais, enquanto isso Game versa sobre os pensamentos gerados e provenientes do gueto, e dessa mentalidade violenta. Essas faixas nos encaminham a “Gang Bang Anyway”, que é uma cut sensacional, onde Jay Rock, ScHoolboy Q e Game falam de suas experiências com gangues e essa faixa é seguida pela “The Ghetto”, uma das faixas mais aguardadas, justamente pelo feat do Nas, e digo que o God’s Son roubou a cena com dois versos fantásticos, e como de praxe, chutando conhecimento.
“From Adam”, é uma canção cheia de sentimento, Game emocionado versa sobre a perda de seu melhor amigo que foi assassinado por uma gang rival, você pode notar pela voz do cara o quão fodido ele tava gravando isso, e Waynezinho no hook foi o diferencial da faixa, mesmo sem uma bela voz (Muito pelo contrário), mas ele compensou incorporando muito bem o refrão, até pareceu que ele que tinha perdido o amigo. Logo após “Gang Related”, Game faz um ode ao Pac (RIP) em “Last Time You Seen” onde ele nos pergunta qual a última vez que vimos a lenda do lado oeste e manda algumas verdades sobre a morte do mesmo:

I know who killed Pac, nigga
The police know who killed Pac, nigga
Suge Knight know who killed Pac, nigga
 (“Last Time You Seen”)

E assim se encerra essa primeira fase, que devo dizer, é a minha favorita de todos os dois álbuns, faixas extremamente sólidas, coesas, apesar dos sons diferentes, os temas se interligam. Ouvindo essa primeira metade, o que eu menos ligo é pro Game, e esse é um dos contra de se ter uma porrada de features no seu álbum, cê pode ficar pra trás, e pelo menos pra mim, isso aconteceu.
A segunda parte, traz a vibe old school da Westside, a vibe é incrível mas a consistência não é mais aquela, é um segmento do álbum mais descontraído, mas nem por isso traz faixas ruins, muito pelo contrário, “Quik’s Groove”, “Up On The Wall” são bons exemplos disso. “My Flag/Homies” segue nessa pegada, porém um som mais  contemporâneo, e “Moment Of Violence” destoa totalmente, tem uma pegada bem parecida com o álbum “Compton” do Dr.Dre, tanto pelos feats quanto pela produção. Duas faixas bem mais introspectivas encerram o álbum, “Like Father, Like Son 2” uma faixa que reflete na vida pessoal do rapper, focando na sua relação com seus filhos e seu crescimento desde o primeiro The Doc, e “Life”, cujo o nome fala por si só.
“The Doc 2.5”, assim como o “The Doc 2”, é um álbum super sólido. Ótimas faixas, produção excelente, um MC que se garante no mic, se bem que, ele foi meio outshined em algumas tracks, mas no geral é isso. Talvez não chegue ao patamar do primeiro The Doc, mas sem dúvida concorre aos melhores do ano e com méritos.
Nota4

4 Replies to “Review: "The Documentary 2.5" por The Game

  1. A primeira metade do álbum é foda demais. Game devia ter feito uma seleção das melhores dos dois álbuns e soltado uma versão mais curta de cada CD, daí dava pra classificar com um clássico, assim como o primeiro. Mas tá valendo, esse 2.5 tá entre os melhores do ano.

  2. acho q a intenção dele foi mais vender do q fazer um clássico,não tem como um álbum com tantos feats ser um clássico.
    Vamo comentar nas páginas aí rapeize é só logar no twitter ou face pô,parecem que tem preguiça kkk,vamos fazer uns fights nos comentários (tá não precisa tanto hehe) que nem lá no 2DopeBoyz ou no falecido Rapevolusom,sempre é bom ver opiniões diferentes né.

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